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Explosão no metrô de São Petersburgo, na Rússia, deixa dez mortos

03 de Abril de 2017

Dez pessoas morreram e cerca de cinquenta ficaram feridas em uma explosão no metrô de São Petersburgo, na Rússia, informou o Ministério da Saúde. De acordo com a imprensa local, a explosão aconteceu em um vagão do trem entre as estações de Sennaya Ploshchad e Tekhnologichesky Institut, na região central, por volta das 14h40 (horário local, 8h40 em Brasília). Dez ambulâncias foram direcionadas para o local e 25 pessoas foram encaminhadas para hospitais, incluindo uma criança.

Todas as estações de metrô foram fechadas e detalhes da explosão ainda não são conhecidos. Segundo um porta-voz do Comitê Antiterrorismo, um “dispositivo explosivo não identificado” causou o incidente. Imagens postadas na conta de Twitter de vários usuários mostram a porta do trem destruída, fumaça e pessoas feridas. Forças de segurança russas também encontraram outro dispositivo explosivo em uma terceira estação do metrô de São Petersburgo, Ploshchad Vosstaniya, que foi desativado.

Segundo a agência russa Interfax, o dispositivo que causou a explosão estava dentro de uma pasta que foi colocada no vagão. Câmeras de segurança teriam registrado imagens da pessoa responsável.

A ministra da Saúde, Veronika Skvortsova, confirmou que dez pessoas morreram vítimas da explosão durante uma entrevista a jornalistas russos. Segundo ela, sete pessoas morreram no local, uma morreu na ambulância no caminho para o hospital e outras duas faleceram no próprio hospital.

O presidente Vladimir Putin estava na cidade no momento da explosão, mas já deixou São Petersburgo, informou seu porta-voz Dmitry Peskov. Putin expressou suas condolências às vitimas, antes de um encontro agendado com o presidente de Belarus, Alexander Lukashenko.

Terrorismo

Segundo a agência estatal Tass, o presidente Putin afirmou ser muito cedo para apontar a causa da bomba, mas não descarta a possibilidade de atentado terrorista. “Já falei com o chefe de nossos serviços especiais e eles estão trabalhando para determinar a causa”, disse.

O primeiro-ministro russo, Dmitry Medvedev, descreveu como um “ato terrorista” o incidente desta tarde, em uma postagem no Facebook. “Aqueles que sofreram durante o ato terrorista no metrô de São Petersburgo receberão toda a assistência necessária”, escreveu.

O metrô de São Petersburgo foi inaugurado em 1955 e hoje tem cinco linhas e 67 estações. Com mais de 1.600 carros, o metrô transporta 2,3 milhões de pessoas diariamente.

Fonte: veja.com

Dez pessoas morreram e cerca de cinquenta ficaram feridas em uma explosão no metrô de São Petersburgo, na Rússia, informou o Ministério da Saúde. De acordo com a imprensa local, a explosão aconteceu em um vagão do trem entre as estações de Sennaya Ploshchad e Tekhnologichesky Institut, na região central, por volta das 14h40 (horário local, 8h40 em Brasília). Dez ambulâncias foram direcionadas para o local e 25 pessoas foram encaminhadas para hospitais, incluindo uma criança.

Todas as estações de metrô foram fechadas e detalhes da explosão ainda não são conhecidos. Segundo um porta-voz do Comitê Antiterrorismo, um “dispositivo explosivo não identificado” causou o incidente. Imagens postadas na conta de Twitter de vários usuários mostram a porta do trem destruída, fumaça e pessoas feridas. Forças de segurança russas também encontraram outro dispositivo explosivo em uma terceira estação do metrô de São Petersburgo, Ploshchad Vosstaniya, que foi desativado.

Segundo a agência russa Interfax, o dispositivo que causou a explosão estava dentro de uma pasta que foi colocada no vagão. Câmeras de segurança teriam registrado imagens da pessoa responsável.

A ministra da Saúde, Veronika Skvortsova, confirmou que dez pessoas morreram vítimas da explosão durante uma entrevista a jornalistas russos. Segundo ela, sete pessoas morreram no local, uma morreu na ambulância no caminho para o hospital e outras duas faleceram no próprio hospital.

O presidente Vladimir Putin estava na cidade no momento da explosão, mas já deixou São Petersburgo, informou seu porta-voz Dmitry Peskov. Putin expressou suas condolências às vitimas, antes de um encontro agendado com o presidente de Belarus, Alexander Lukashenko.

Terrorismo

Segundo a agência estatal Tass, o presidente Putin afirmou ser muito cedo para apontar a causa da bomba, mas não descarta a possibilidade de atentado terrorista. “Já falei com o chefe de nossos serviços especiais e eles estão trabalhando para determinar a causa”, disse.

O primeiro-ministro russo, Dmitry Medvedev, descreveu como um “ato terrorista” o incidente desta tarde, em uma postagem no Facebook. “Aqueles que sofreram durante o ato terrorista no metrô de São Petersburgo receberão toda a assistência necessária”, escreveu.

O metrô de São Petersburgo foi inaugurado em 1955 e hoje tem cinco linhas e 67 estações. Com mais de 1.600 carros, o metrô transporta 2,3 milhões de pessoas diariamente.

Fonte: veja.com