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Secretário-geral da ONU pede combate ao racismo e à xenofobia

16 de Agosto de 2017

Da Agência EFE
Foto: ONU/ Jean-Marc Ferré (arquivo)

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu nessa terça-feira (15) que o racismo e a xenofobia sejam combatidos.

O pedido foi feito depois dos incidentes do último fim de semana em Charlottesville, nos Estados Unidos (EUA), e depois de afirmações polêmicas do presidente americano, Donald Trump.

A informação é da Agência EFE.

Guterres publicou mensagem com o pedido no Twitter, pouco depois da polêmica entrevista concedida por Trump em Nova York.

"O racismo, a xenofobia, o antissemitismo e a islamofobia estão envenenando nossas sociedades. Devemos combatê-los. Sempre. Em qualquer lugar", escreveu o ex-primeiro-ministro de Portugal.

Apesar de a mensagem não fazer referência a Trump, ela foi postada pouco depois da entrevista coletiva do presidente dos EUA.

Trump voltou a responsabilizar os "dois lados" pela violência em Charlottesville, tanto os neonazistas e defensores da supremacia branca quanto os manifestantes que protestavam contra o racismo na cidade.


Da Agência EFE
Foto: ONU/ Jean-Marc Ferré (arquivo)

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu nessa terça-feira (15) que o racismo e a xenofobia sejam combatidos.

O pedido foi feito depois dos incidentes do último fim de semana em Charlottesville, nos Estados Unidos (EUA), e depois de afirmações polêmicas do presidente americano, Donald Trump.

A informação é da Agência EFE.

Guterres publicou mensagem com o pedido no Twitter, pouco depois da polêmica entrevista concedida por Trump em Nova York.

"O racismo, a xenofobia, o antissemitismo e a islamofobia estão envenenando nossas sociedades. Devemos combatê-los. Sempre. Em qualquer lugar", escreveu o ex-primeiro-ministro de Portugal.

Apesar de a mensagem não fazer referência a Trump, ela foi postada pouco depois da entrevista coletiva do presidente dos EUA.

Trump voltou a responsabilizar os "dois lados" pela violência em Charlottesville, tanto os neonazistas e defensores da supremacia branca quanto os manifestantes que protestavam contra o racismo na cidade.