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História Hoje: A primeira viagem ao redor do mundo iniciava há 498 anos

20 de Setembro de 2017

Por Agência Brasil

No dia 20 de setembro de 1519, o navegador português Fernão de Magalhães iniciava a primeira viagem feita pelo homem ao redor do mundo.

A frota de cinco embarcações comandada por ele tinha uma tripulação de mais de 200 homens e partiu do porto de Sevilha.

Seis meses depois, a expedição financiada pelo reino da Espanha chegou ao extremo sul da América do Sul, ao cruzar uma passagem entre os oceanos Atlântico e Pacífico, depois batizada como Estreito de Magalhães.

A esquadra navegou pelo Oceano Pacífico até as Filipinas, o maior arquipélago da Ásia, onde Fernão de Magalhães foi morto por nativos.

Os sobreviventes da armada só conseguiram voltar à Espanha três anos depois, em setembro de 1522.

A tripulação havia sido reduzida a dezoito homens e a frota, a apenas duas embarcações.

A famosa expedição chefiada pelo explorador português teve o grande mérito de derrubar a crença de que a Terra era quadrada.

O projeto da viagem de Magalhães foi financiado pelo governo espanhol, porque ele não conseguiu obter o apoio de Dom Manuel, então rei de Portugal.

Ele também queria provar que o Tratado de Tordesilhas, firmado entre Portugal e Espanha, não dava direito aos portugueses sobre as ilhas Molucas, na Indonésia.

Em viagens anteriores, à serviço da coroa portuguesa, Magalhães teve notícias sobre a localização das ilhas, então conhecidas por serem ricas em especiarias, tão valorizadas naquela época quanto o ouro.

Há registros de que ele também visitou as ilhas.

Os relatos sobre a última expedição de Fernão de Magalhães foram feitos pelo sobrevivente italiano Antonio Pigafetta, um geógrafo que representava Roma na expedição espanhola.

Há registros de que ao retornar à Espanha Pigafetta teria feito em seu diário de bordo a seguinte anotação: "A fama de Magalhães será eterna".


Por Agência Brasil

No dia 20 de setembro de 1519, o navegador português Fernão de Magalhães iniciava a primeira viagem feita pelo homem ao redor do mundo.

A frota de cinco embarcações comandada por ele tinha uma tripulação de mais de 200 homens e partiu do porto de Sevilha.

Seis meses depois, a expedição financiada pelo reino da Espanha chegou ao extremo sul da América do Sul, ao cruzar uma passagem entre os oceanos Atlântico e Pacífico, depois batizada como Estreito de Magalhães.

A esquadra navegou pelo Oceano Pacífico até as Filipinas, o maior arquipélago da Ásia, onde Fernão de Magalhães foi morto por nativos.

Os sobreviventes da armada só conseguiram voltar à Espanha três anos depois, em setembro de 1522.

A tripulação havia sido reduzida a dezoito homens e a frota, a apenas duas embarcações.

A famosa expedição chefiada pelo explorador português teve o grande mérito de derrubar a crença de que a Terra era quadrada.

O projeto da viagem de Magalhães foi financiado pelo governo espanhol, porque ele não conseguiu obter o apoio de Dom Manuel, então rei de Portugal.

Ele também queria provar que o Tratado de Tordesilhas, firmado entre Portugal e Espanha, não dava direito aos portugueses sobre as ilhas Molucas, na Indonésia.

Em viagens anteriores, à serviço da coroa portuguesa, Magalhães teve notícias sobre a localização das ilhas, então conhecidas por serem ricas em especiarias, tão valorizadas naquela época quanto o ouro.

Há registros de que ele também visitou as ilhas.

Os relatos sobre a última expedição de Fernão de Magalhães foram feitos pelo sobrevivente italiano Antonio Pigafetta, um geógrafo que representava Roma na expedição espanhola.

Há registros de que ao retornar à Espanha Pigafetta teria feito em seu diário de bordo a seguinte anotação: "A fama de Magalhães será eterna".