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Os 5 erros mais comuns em uma redação
Daniel Abdala - 16/03/2018 às 12:16


Por Luana Castro Alves Perez

Mundo Educação 


Que um bom texto pode garantir sua vaga nas melhores universidades nós já sabemos, o que talvez você não saiba é que aprender com os erros pode ser muito proveitoso!

Para ajudá-la(o) a afastar o fantasma de um texto mal escrito, o Mundo Educação preparou algumas dicas de redação baseadas nos erros mais cometidos pelos candidatos de acordo com os corretores e professores. Fique de olho, boa leitura e bons estudos!

Os cinco erros mais comuns em uma redação

1. Uso de gírias: Nós sabemos que a língua é dinâmica, mutável e adaptável às necessidades dos falantes, isso é inquestionável.

As gírias comprovam esse movimento natural da língua portuguesa, conferindo expressividade à mensagem, elemento tão importante para a comunicação.

Contudo, esse tipo de recurso não é bem visto nos textos não literários, pois neles o autor deve privilegiar o uso da norma culta da língua.

Você pode utilizar gírias desde que a proposta de redação deixe explícita essa permissão, caso contrário, evite-as, preferindo uma linguagem que não dê brechas para ambiguidades ou desvios linguísticos.

Para constar, os registros da oralidade e gírias mais encontrados nas redações dos candidatos são: “né”, “daí”, “tipo assim”, “tá ligado”, “cara”, entre outros que podem diminuir a nota final de seu texto;

2. Uso de arcaísmos, palavras ou termos desconhecidos: Escrever bem não é sinônimo de rebuscamento linguístico. Os melhores escritores são aqueles que conseguem comunicar-se de maneira clara e objetiva com os seus leitores (estamos falando de textos não literários, atenção!), estilo que impede interpretações equivocadas ou até mesmo que o seu leitor desista da leitura por considerar seu texto, digamos assim, hermético (obscuro).

Alguns candidatos, na ânsia de impressionar os corretores, fazem escolhas linguísticas inadequadas, optando por empregar palavras obsoletas e até mesmo termos que eles sequer conhecem! A comunicação é a finalidade maior da linguagem, e para que você seja compreendido, opte por palavras e construções simples;

3. Períodos longos: A duração de um período está intrinsecamente relacionada com a clareza textual. Excesso de informações em um único período (construção que deve conter apenas uma ideia) pode resultar em falta de objetividade e ambiguidade, falhas que comprometem o entendimento dos textos não literários. Períodos longos são verdadeiras armadilhas para a coerência e coesão de seu texto.

Evitar o uso de artigos indefinidos, pronomes indefinidos e pronomes possessivos, bem como substituir os pronomes demonstrativos por artigos, é uma das dicas para elaborar o período perfeito;

4. Generalizações e senso comum: Esse tipo de comportamento em uma redação é capaz de desmotivar qualquer leitor.

Coloque-se no lugar do corretor: você está ali, já leu centenas de textos idênticos, recheados de generalizações e senso comum e de repente encontra uma composição capaz de contrariar o óbvio e mostrar novos pontos de vista com argumentos embasados, críticos e lúcidos. Não seria um alívio? Pois é exatamente o que acontece, acredite.

O senso comum em um texto pode ser evitado por meio de elementos extralinguísticos, como a leitura de diferentes fontes de informação com diferentes posicionamentos. As generalizações podem estar relacionadas com os elementos linguísticos, tais como o uso indevido das seguintes palavras: “único”, “sempre”, “todos”, “jamais”, “maioria”, “minoria”, entre outras que esvaziam seu texto de sentidos.

5. Uso inadequado das conjunções: Muitos candidatos iniciam o parágrafo final de uma redação (momento em que a conclusão ou proposta de intervenção — no caso do Enem — apresenta-se) utilizando a conjunção adversativa “contudo”. “Contudo” é uma conjunção adversativa, e se ela é adversativa, quer dizer que indica adversidade, oposição com algo dito anteriormente, ou seja, é como se, ao finalizar seu texto, você estivesse deslegitimando tudo o que afirmou antes.

Nesse caso, as conjunções mais adequadas são as conclusivas: “portanto”, “logo”, “desse modo”, “por conseguinte” ou “assim”. Cada conjunção possui um significado, assim, fique atento para não cometer nenhum deslize linguístico.


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Pré-vestibular de Medicina é um investimento
Daniel Abdala - 15/03/2018 às 16:37

Pré-vestibular de Medicina é um investimento

Se passar na faculdade de medicina já não é fácil, imagine entrar em ciências médicas nas melhores universidades do país. Para chegar lá, é preciso estratégia. Sobretudo porque muitas vezes o conhecimento absorvido por determinado aluno, no 3º ano do Ensino Médio, não é suficiente.




Mas, o que fazer nesses casos? A resposta é simples: um pré-vestibular de medicina de excelência, que aprove não só no curso pretendido, nas instituições mais conceituadas do Brasil. Mas como escolher um bom cursinho? O pré-vestibular Oficina do Estudante, por exemplo, é um investimento certo para o futuro.



Número recorde de aprovações no vestibular de medicina!




Em se tratando das melhores faculdades, a Oficina é expert em aprovar calouros. Só para se ter uma ideia, no balanço parcial do vestibular 2018, já aprovou mais de 220 alunos na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mais de 120 na Universidade de São Paulo (USP) e conta ainda com mais de 1,2 mil aprovações distribuídas por todo Brasil. Quanto à medicina, especificamente, aprova não apenas nas instituições públicas – o carro-chefe do cursinho para vestibular -, como também nas particulares renomadas, como PUC-Campinas, que, junto com a Unicamp, está entre as melhores do Estado de São Paulo, segundo o Exame 2017 do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).



Quer fazer um Curso Pré-Vestibular de Medicina? A Oficina é a escolha certa!




Isso tudo porque, a Oficina do Estudante trabalha com o sistema de ensino Etapa - considerado o mais forte do País. Tem ainda professores mestres e doutores, cujos mestrados e doutorados foram feitos em universidades renomadas, tais como a Unicamp.

Além disso, a Oficina promove simulados dos melhores vestibulares dentro das próprias faculdades, dando oportunidade do aluno de vivenciar como será de fato o dia do vestibular. Dispõe também de psicólogo e coach, já que nessa fase é preciso, além do conhecimento intelectual, ter controle emocional para poder passar nos exames pretendidos.



Você está pronto para passar no vestibular de medicina?




Com a preparação que você vai ter da Oficina do Estudante, você vai realizar o sonho do Vestibular de Medicina nas melhores universidades do país! Entre em contato conosco, vamos juntos gabaritar seu futuro!


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Stephen Hawking cai no vestibular?
Daniel Abdala - 14/03/2018 às 13:08

O professor Marcelo Bredariol em aula na Oficina

O físico teórico, astrofísico, cosmólogo e matemático britânico Stephen Hawking morreu nesta quarta-feira (14), aos 76 anos, na casa dele no Reino Unido, segundo informações da família. Mas, qual é o legado de Hawking? E há chances desse conteúdo cair no vestibular? 

As duas principais contribuições do britânico - em linhas gerais - são: “primeiro, a aplicação do conceito de singularidade de tempo no buraco negro para o  universo em geral, e, segundo, a descoberta de que buracos negros emitem uma radiação capaz, inclusive, de identificá-los”, informa o professor Marcelo Bredariol, formado em física e química pela Unicamp. 



Quanto à possibilidade de que conteúdos relacionados a Hawking caiam no vestibular, “há chances em termos conceituais, como no tema de uma redação, por exemplo, mas não com exercícios”, acrescenta o professor. 

Isso porque os cálculos de Hawking extrapolam os conhecimentos que possam ser obtidos no Ensino Médio. 

Curiosidades

Hawking nasceu em 8 de janeiro de 1942, exatos 300 anos da morte de Galileu. Morreu na mesma data que Albert Einstein nasceu; e 14 de março é também o dia em que se comemora o Pi (π). 

Entrou em matemática na University College, em Oxford, mas mudou para física, concluindo o curso em 1962. O doutorado em astrofísica, entretanto, foi feito no campus rival de Cambridge – onde dirigiu o departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica. 

Em 1974, aos 32 anos, tornou-se um dos mais jovens membros da Royal Society, a instituição científica mais prestigiada do Reino Unido.  

Em 2007, aos 65 anos, voou com gravidade zero no Kennedy Space Center, na Flórida, testando as teorias de Newton. 

Deixa três filhos, frutos do primeiro casamento (em 1965, com Jane Hawking). Casou-se com a enfermeira Elaine Mason, em 1995, de quem se divorciou em 2006. 

Certa vez teria afirmado que o único enigma que não conseguiu desvendar foram "as mulheres" pelo fato de elas serem"um mistério total".

Doença

Hawking foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA) quando tinha 21 anos. A doença mata os neurônios que são responsáveis pelos movimentos voluntários, paralisando o paciente. O britânico, entretanto, desafiou a expectativa de vida de apenas dois anos dada pela medicina. 

Perdeu progressivamente as capacidades de falar, engolir, mover-se, e, até de respirar. Dependida de uma cadeira de rodas e de um sistema de voz computadorizado para comunicar-se. 

Pop

Hawking é o cientista mais popular desde Albert Einstein. Chegou a participar de programas de TV como The Big Bang Theory (TBBT) e teve a vida retratada no filme "A Teoria de Tudo" (2014). Alçou o status de celebridade com o best seller “Breve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros (1988). É autor de 14 livros. 


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Não passou no vestibular? Especialista dá dicas
Daniel Abdala - 14/03/2018 às 08:27

A diretora Saray Azenha

As listas dos aprovados nos vestibulares estão terminando, e o que fazer se o seu nome não está nelas? Como motivar-se para seguir em frente e tentar com mais chances de êxito passar na faculdade?

“O segredo é lidar com a frustração, transformando-a em mola propulsora para os estudos”, afirma a professora Saray Azenha, diretora dos cursos preparatórios da Oficina do Estudante, em Campinas. “É aprender a manter a calma para controlar a ansiedade, usando-a como aliado”.

Mas, como fazer isso na prática? “Procurando instituições que, além do conteúdo disciplinar, ofereçam suporte emocional, com psicólogo e/ ou coach. E que, além desses profissionais, tenha professores treinados para alicerçar o aluno nesse sentido”, complementa a especialista.

Para o calouro de medicina, Bruno Papp Geraldi, que passou na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), neste vestibular, o suporte emocional fez toda a diferença.

“Os meus professores me ajudavam dentro e fora da sala de aula. Porque é não é fácil essa fase. É muita pressão que a gente sente - além da própria rotina puxada, que já pesa bastante. Eu surtei no 3º ano, mas, no cursinho, quando aprendi a relaxar, tudo fluiu, e eu passei na federal”.

Em relação ao conteúdo disciplinar, especificamente, Saray orienta que seja traçado um mapa de desempenho do aluno, mensurando de forma precisa onde ele precisa avançar. Para tanto, o estudante tem que refazer as provas dos vestibulares, identificando as questões em que é deficiente. 

A terceira dica é fazer uma lista extensa de exercícios baseado no conteúdo dessas questões em que é mais fraco, a fim de superá-las. E a quarta, é acompanhar vídeo-aulas, para assimilar e complementar todos os conteúdos necessários. 

Resultados

Só neste vestibular, a Oficina aprovou mais de 220 calouros na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mais de 120 na Universidade de São Paulo (USP). Contou ainda com mais de mil aprovações nas principais universidades do país.

Sobre

A Oficina do Estudante é uma instituição de ensino campineira, fundada em 1995.

Originalmente, nossa proposta era atender estudantes que buscavam melhorar o desempenho escolar, ou aprofundar conhecimentos em determinados tópicos dos conteúdos ministrados nas escolas em que eles estudavam.

O trabalho individualizado, voltado efetivamente às necessidades de cada aluno, foi amplamente reconhecido pelos pais e pelos estudantes das principais unidades de ensino de Campinas – fato que explica o sucesso inicial e o rápido crescimento da Oficina.

Já em seu segundo ano de funcionamento, foi criada a 1ª turma de Pré-Vestibular, a partir de uma proposta bastante inovadora para a época: salas com número reduzido de alunos, nas quais era possível maior proximidade entre estudantes e professores.

Os resultados desse trabalho ficaram evidentes nos primeiros vestibulares, quando obtivemos expressivos índices de aprovação nas principais universidades públicas, sobretudo na Unicamp.

Ainda hoje, procuramos manter esses diferenciais em todos os segmentos, do ensino fundamental ao ensino médio: diagnóstico e atendimento das principais necessidades de cada um de nossos alunos; manutenção de um ambiente organizado, com regras de convivência claras e, portanto, propício ao processo de ensino-aprendizagem; incentivo constante aos alunos, para que superem suas dificuldades e tenham êxito no desafio do Vestibular.


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Psicologia: como é o curso
Daniel Abdala - 13/03/2018 às 10:06


Por Lisandra Matias

Guia do Estudante

“O psicólogo é um estudioso e pesquisador da alma humana”, diz a professora Claudia Ribeiro, coordenadora do curso de graduação em Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), em Belo Horizonte, no campus Coração Eucarístico. 

O profissional estuda os fenômenos psíquicos e de comportamento do ser humano por intermédio da análise de suas emoções, ideias e valores.

Ele observa e analisa as atitudes, os sentimentos e os mecanismos mentais do paciente e procura ajudá-lo a identificar as causas dos problemas e a rever comportamentos.

A sua atuação, no entanto, vai muito além do trabalho clínico, em consultório. Está centrada no ser humano e em suas mais diversas manifestações em diferentes contextos, como nas instituições de ensino, nas empresas e organizações públicas e privadas e nos hospitais.








  • A visibilidade que a profissão tem alcançado nos últimos anos, segundo a professora Claudia, se deve a uma consciência cada vez maior da relevância do trabalho do psicólogo para a população em geral. 

    “As pessoas passam a enxergar a contribuição do psicólogo em diversas esferas. A área de saúde pública, por exemplo, tem contratado profissionais da Psicologia. Os planos de saúde são obrigados a cobrir atendimentos psicológicos. E as pessoas cada vez mais buscam o psicólogo para o autoconhecimento, para ajudar na superação de traumas ou ajustes de comportamento, para propiciar qualidade de vida. São aspectos cada vez mais valorizados”, diz.

    Conheça as respostas dadas pela professora Claudia, da PUC Minas, a 6 dúvidas comuns sobre como é um curso de graduação em Psicologia.

    Qual o perfil do aluno de Psicologia? Que características ele deve ter?

    Para se dar bem no curso de Psicologia é desejável ter algumas características, como gostar de pessoas, de leitura e ter habilidade para trabalhar em grupo, já que o psicólogo costuma atuar em equipes com outros profissionais (como médicos, fonoaudiólogos etc).

    Quais as principais matérias básicas do curso?Historia da Psicologia – História da psicologia no Brasil, o nascimento da psicologia cientifica, as principais ideias desse campo de estudo.

    Teorias do Desenvolvimento da Criança – Constituição histórica, social e cultural da infância. Principais teorias do estudo do desenvolvimento infantil, em seus contextos históricos. As relações entre desenvolvimento, educação e cultura.

    Neuropsicologia – Estudo da neuropsicologia e de suas aplicações, correlacionando funcionamento cerebral, cognição e comportamento. Fundamentos teóricos do uso da avaliação em neuropsicologia e da reabilitação neuropsicológica.

    Psicologia da aprendizagem – O processo de aprendizagem em sua vertente psicossocial. Visão geral das teorias da aprendizagem. As relações entre aprendizagem, educação e cultura.



  • E exemplos de matérias específicas?

    Teoria psicanalítica – Freud e as origens do movimento psicanalítico. Os princípios do funcionamento do aparelho psíquico.

    Técnicas de Exame e avaliação psicológica – Estudo da avaliação psicológica: conceituação, aspectos teóricos, técnicos e éticos.  Instrumentos de avaliação psicológica: entrevistas e testes psicológicos. Entrevistas de seleção e de anamnese. Testes psicométricos de inteligência, de personalidade e de interesses: fundamentos teóricos, aplicação e análise dos dados.Psicopatologia – Histórico da psicopatologia (estudo dos estados psíquicos relacionados ao sofrimento mental). As diversas abordagens metodológicas em psicopatologia. A entrevista fenomenológica

    Orientação Profissional – Os diversos modelos teóricos de orientação profissional. Informação profissional. Metodologia e técnicas de intervenção individual e em grupo.

    Saúde Mental e Trabalho – Saúde Ocupacional. Higiene e Segurança no Trabalho. Ergonomia. Os impactos da Organização do Trabalho sobre a saúde mental dos trabalhadores. Psicopatologia do trabalho. Psicodinâmica do trabalho. Pesquisas e estudos em Saúde Mental e Trabalho.

    Como são as atividades práticas e os estágios?O aluno do curso de Psicologia no decorrer da sua formação participa de atividades praticas nas comunidades e organizações. Ele vai aprender a realizar avaliação psicológica e diagnóstico de pessoas, grupos, organizações, instituições e comunidades para identificar necessidades e demandas de intervenção. O aluno realiza atividades relacionadas à prevenção, à promoção da saúde, à terapêutica, à reeducação e à consultoria nas áreas do trabalho, da educação e da saúde, dentre outras.

    O trabalho de conclusão de curso (TCC) é obrigatório?

    Em geral, no último ano de sua formação, o aluno escolhe um tema de seu interesse para pesquisar com mais profundidade. Durante a execução do trabalho, ele terá um professor orientador para auxiliá-lo na pesquisa. Ao final, deve apresentar o trabalho para uma banca examinadora, constituída de professores do curso. Entre os temas que costumam ser escolhidos estão: saúde mental do trabalhador, o papel da psicologia nas escolas, na área da saúde (hospitais, por exemplo) e na justiça, psicologia e a inclusão de pessoas com deficiência, psicologia no esporte e o papel do psicólogo nas organizações.

    Como está o mercado de trabalho para os recém-formados?

    O campo de trabalho do psicólogo tem crescido nos últimos tempos e está cada vez mais amplo. Além do tradicional atendimento em consultórios para tratar do sofrimento mental de indivíduos e da atuação nas áreas de educação (acompanhamento de problemas de aprendizagem e orientação profissional, por exemplo) e saúde (como atendimento a pacientes hospitalizados), organizações e empresas de diversos setores têm contratado psicólogos para atuar em diversas frentes, como: recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento de pessoas, saúde do trabalhador, aconselhamento de carreira, novas tecnologias, marketing e comunicação e análise do comportamento do consumidor.






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