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Pracinha faz 100 anos e ganha exposição

Um dos brasileiros que lutaram na 2º Guerra Mundial, combatendo o nazismo de Hitler e o fascismo de Mussolini, completa 100 anos de vida neste sábado, 13 de agosto. Trata-se do sargento Sylvio Rodrigues, que junto a outros 27 mil expedicionários ajudaram a restaurar a democracia mundial.

Para homenageá-lo, o Colégio Oficina do Estudante, de Campinas, está realizando a exposição “Pracinhas – Nossos Heróis”. A mostra é gratuita, aberta ao público e fica em cartaz até 9 de outubro.


“Além de ensinar história aos nossos alunos, a nossa intenção é propagar os conhecimentos à população em geral”, afirma a diretora pedagógica, Saray Azena, evocando o papel social da escola.

A Força Expedicionária Brasileira (FEB) foi criada em 1943 no governo de Getúlio Vargas, que era simpatizante do nazismo.

Devido ao descaso do governo, os pracinhas foram desassistidos por GV: tiveram que aprender a usar o armamento americano sem saber inglês, e a lutar em um outro continente, com solo e clima desconhecidos (com montanha, neve e frio de -20°C) sem a devida preparação.

“Passei dois meses internado de tantos ferimentos. Foi muito difícil”, lembra o centenário Rodrigues.

Relevância

“Quanto mais nós estudamos a nossa Força Expedicionária Brasileira, mais nós admiramos os nossos pracinhas. Eles são um exemplo para todos os brasileiros pelos sacrifícios que fizeram”, afirma o coronel Sérgio Bueno, professor de história da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx).

“A participação do Brasil nessa guerra vai muito além do que a gente imagina. É uma das maiores realizações do povo brasileiro, pelo desafio que foi, e pelo seu significado, que é de compor, com os Estados Unidos, a Inglaterra, a França e a União Soviética, as nações que se levantaram contra o nazifascismo”, acrescenta o também professor de história da EsPCEx, coronel Cesar Seraphim.

Memória

O general da reserva, Gilberto Serra, lamenta, entretanto, que nem todos os brasileiros conheçam a história. “A FEB é mais conhecida e festejada na Itália do que no Brasil. Por aqui, é muito pouco divulgado”.

Para resgatá-la, a Associação dos Expedicionários Campineiros (ExCamp) pretende criar um museu. “A gente tem visto tanta coisa que nos deixa decepcionados... E como é que nós deixamos isso acontecer com o exemplo que os ex-combatentes nos deram? A gente tem que se basear neles para fazer um país melhor”, declara o presidente José Francisco Piazzon.

SERVIÇO

O quê: Exposição Pracinhas – Nossos Heróis
Quando: das 9h às 17h, até 9 de outubro
Onde: Avenida Brasil, 601 – Jardim Guanabara – Campinas/ SP
Quanto: grátis


Um dos brasileiros que lutaram na 2º Guerra Mundial, combatendo o nazismo de Hitler e o fascismo de Mussolini, completa 100 anos de vida neste sábado, 13 de agosto. Trata-se do sargento Sylvio Rodrigues, que junto a outros 27 mil expedicionários ajudaram a restaurar a democracia mundial.

Para homenageá-lo, o Colégio Oficina do Estudante, de Campinas, está realizando a exposição “Pracinhas – Nossos Heróis”. A mostra é gratuita, aberta ao público e fica em cartaz até 9 de outubro.



“Além de ensinar história aos nossos alunos, a nossa intenção é propagar os conhecimentos à população em geral”, afirma a diretora pedagógica, Saray Azena, evocando o papel social da escola.

A Força Expedicionária Brasileira (FEB) foi criada em 1943 no governo de Getúlio Vargas, que era simpatizante do nazismo.

Devido ao descaso do governo, os pracinhas foram desassistidos por GV: tiveram que aprender a usar o armamento americano sem saber inglês, e a lutar em um outro continente, com solo e clima desconhecidos (com montanha, neve e frio de -20°C) sem a devida preparação.

“Passei dois meses internado de tantos ferimentos. Foi muito difícil”, lembra o centenário Rodrigues.


Relevância

“Quanto mais nós estudamos a nossa Força Expedicionária Brasileira, mais nós admiramos os nossos pracinhas. Eles são um exemplo para todos os brasileiros pelos sacrifícios que fizeram”, afirma o coronel Sérgio Bueno, professor de história da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx).

“A participação do Brasil nessa guerra vai muito além do que a gente imagina. É uma das maiores realizações do povo brasileiro, pelo desafio que foi, e pelo seu significado, que é de compor, com os Estados Unidos, a Inglaterra, a França e a União Soviética, as nações que se levantaram contra o nazifascismo”, acrescenta o também professor de história da EsPCEx, coronel Cesar Seraphim.

Memória

O general da reserva, Gilberto Serra, lamenta, entretanto, que nem todos os brasileiros conheçam a história. “A FEB é mais conhecida e festejada na Itália do que no Brasil. Por aqui, é muito pouco divulgado”.

Para resgatá-la, a Associação dos Expedicionários Campineiros (ExCamp) pretende criar um museu. “A gente tem visto tanta coisa que nos deixa decepcionados... E como é que nós deixamos isso acontecer com o exemplo que os ex-combatentes nos deram? A gente tem que se basear neles para fazer um país melhor”, declara o presidente José Francisco Piazzon.

SERVIÇO

O quê: Exposição Pracinhas – Nossos Heróis
Quando: das 9h às 17h, até 9 de outubro
Onde: Avenida Brasil, 601 – Jardim Guanabara – Campinas/ SP
Quanto: grátis