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Especialista revela como será a profissão do futuro

14 de Setembro de 2017

Por Raquel Valli
imprensa@oficinadoestudante.com.br

“As profissões (tais quais as conhecemos) vão acabar. O que precisamos é investir em um mapa de competências que dê habilidade para trabalhar em várias frentes. Vocês vão inventar a profissão de vocês”. A previsão foi dada nesta quinta-feira (14) na arena do Colégio Oficina do Estudante em Campinas durante a palestra ‘Profissões do Futuro’ - ministrada pela pesquisadora Eliane El Badouy, a "Faith Popcorn" do interior paulista.

“Cerca de 60% das pessoas vão mudar de carreira pelo menos duas vezes na vida. E algumas delas nunca vão trabalhar na área em que se formarem”, afirma a publicitária, que tem passagens pela Editora Abril, Folha de S.Paulo, Sony Enterteniment Television - entre outros grupos de comunicação.

Dos 150 alunos da turma de Eliane - por exemplo - apenas dez atuam na área. E, uma das razões para isso, é o fato das mudanças serem cada vez mais constantes. “O conhecimento que temos hoje estará obsoleto daqui a quatro anos. Estamos na era da disrupção. O que é válido hoje, pode não ser válido amanhã. É adaptar-se ou morrer”, declara ‘Badu’ - como é carinhosamente conhecida.

Nesse sentido, ela cita a própria carreira. “Ao contrário da maioria, eu sabia desde o começo que queria ser publicitária. Não tinha dúvidas (em relação à profissão). E nesses 32 anos, não imaginava que me tornaria pesquisadora e professora acadêmica”. Além de pós-graduada em marketing, Badu é docente universitária há mais de uma década.

Como escolher

Mas, então, como escolher a profissão? “Se você está em dúvida, pense no seu propósito. O meu, por exemplo, é ser conexão. Conexão entre as pessoas e o conhecimento, e entre as pessoas e as coisas".

Mas, a publicitária vai além. “Além de pensar naquilo que se gosta de fazer e no estilo de vida que se quer ter, é preciso pensar em duas outras questões: como vai ser o mundo no futuro? Nele vai haver espaço para essa escolha que eu estou fazendo hoje? Em resumo, é preciso questionar: o mundo vai precisar disso?”

A estudante Laura Rittner Silveira, de 15 anos, aluna do 2º B, afirma ter ficado “simplesmente encantada com a palestra”. A adolescente ainda não decidiu que carreira deseja cursar. “Essa explanação foi excelente. Ajudou a pensar fora da caixinha”.

SAIBA MAIS

Eliane El Badouy Cecchettini é formada pela PUC-Campinas e pós-graduada em Marketing pela ESPM. É especialista em neuromarketing e pesquisadora do comportamento, comunicação, mecanismos de atenção e do consumo de mídia do jovem contemporâneo.

Além disso, é sócia-diretora da Badu + COP, fruto da parceria Internacional da Target House com a Agência Italiana de Branding & Design Conte Oggioni & Partners.

É conferencista e coautora do livro ‘Inovação e Métodos de Ensino para Nativos Digitais’ (Editora Atlas, 176 páginas, R$ 75,00). Atualmente, leciona na Inova Business School e na Unità Faculdade. Também já foi professora da PUC-Campinas e da ESAMC.

Veio à escola para palestrar no projeto Geração de Líderes - que coloca os alunos em contato com especialistas de suas respectivas áreas de atuação.


Por Raquel Valli
imprensa@oficinadoestudante.com.br

“As profissões (tais quais as conhecemos) vão acabar. O que precisamos é investir em um mapa de competências que dê habilidade para trabalhar em várias frentes. Vocês vão inventar a profissão de vocês”. A previsão foi dada nesta quinta-feira (14) na arena do Colégio Oficina do Estudante em Campinas durante a palestra ‘Profissões do Futuro’ - ministrada pela pesquisadora Eliane El Badouy, a "Faith Popcorn" do interior paulista.

“Cerca de 60% das pessoas vão mudar de carreira pelo menos duas vezes na vida. E algumas delas nunca vão trabalhar na área em que se formarem”, afirma a publicitária, que tem passagens pela Editora Abril, Folha de S.Paulo, Sony Enterteniment Television - entre outros grupos de comunicação.


Dos 150 alunos da turma de Eliane - por exemplo - apenas dez atuam na área. E, uma das razões para isso, é o fato das mudanças serem cada vez mais constantes. “O conhecimento que temos hoje estará obsoleto daqui a quatro anos. Estamos na era da disrupção. O que é válido hoje, pode não ser válido amanhã. É adaptar-se ou morrer”, declara ‘Badu’ - como é carinhosamente conhecida.

Nesse sentido, ela cita a própria carreira. “Ao contrário da maioria, eu sabia desde o começo que queria ser publicitária. Não tinha dúvidas (em relação à profissão). E nesses 32 anos, não imaginava que me tornaria pesquisadora e professora acadêmica”. Além de pós-graduada em marketing, Badu é docente universitária há mais de uma década.

Como escolher

Mas, então, como escolher a profissão? “Se você está em dúvida, pense no seu propósito. O meu, por exemplo, é ser conexão. Conexão entre as pessoas e o conhecimento, e entre as pessoas e as coisas".

Mas, a publicitária vai além. “Além de pensar naquilo que se gosta de fazer e no estilo de vida que se quer ter, é preciso pensar em duas outras questões: como vai ser o mundo no futuro? Nele vai haver espaço para essa escolha que eu estou fazendo hoje? Em resumo, é preciso questionar: o mundo vai precisar disso?”


A estudante Laura Rittner Silveira, de 15 anos, aluna do 2º B, afirma ter ficado “simplesmente encantada com a palestra”. A adolescente ainda não decidiu que carreira deseja cursar. “Essa explanação foi excelente. Ajudou a pensar fora da caixinha”.

SAIBA MAIS

Eliane El Badouy Cecchettini é formada pela PUC-Campinas e pós-graduada em Marketing pela ESPM. É especialista em neuromarketing e pesquisadora do comportamento, comunicação, mecanismos de atenção e do consumo de mídia do jovem contemporâneo.

Além disso, é sócia-diretora da Badu + COP, fruto da parceria Internacional da Target House com a Agência Italiana de Branding & Design Conte Oggioni & Partners.

É conferencista e coautora do livro ‘Inovação e Métodos de Ensino para Nativos Digitais’ (Editora Atlas, 176 páginas, R$ 75,00). Atualmente, leciona na Inova Business School e na Unità Faculdade. Também já foi professora da PUC-Campinas e da ESAMC.

Veio à escola para palestrar no projeto Geração de Líderes - que coloca os alunos em contato com especialistas de suas respectivas áreas de atuação.