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Refugiado srio d aula de motivao na Oficina

Por Raquel Valli
imprensa@oficinadoestudante.com.br

O refugiado sírio Amer F. Salha, de 17 anos, deu uma aula de superação, motivando os alunos do Curso e Colégio Oficina do Estudante no sábado, 7 de abril, na arena da escola.

O adolescente contou como está reconstruindo a vida, após deixar o país natal por causa da guerra civil que já dura 7 anos.

Filho de um petroleiro, morava em uma casa com 20 quartos, mas nada sobrou do edifício de três andares, hoje em ruínas.

Teve ainda a cidade onde nasceu destruída, assim como a perda de amigos mortos em bombardeios.   

Atualmente, vive em Campinas com o pai, a mãe e uma irmã mais nova.

A família batalhou muito para obter visto de permanência no Brasil. Os documentos foram obtidos na embaixada brasileira em Beirute (capital do Líbano, que é um país vizinho da Síria). 

O padrão vida caiu, e, hoje, os imigrantes lutam para sobreviver. A mãe é cozinheira, e faz doces sírios. 

Resiliência

Quanto às difuculdades, e tudo o que já enfrentou, cita a célebre frase de Nietzsch: "o que não me mata me fortalece". 

Amir é jogador de futebol, sonho que tinha desde criança. Jogou na seleção síria, e, no Brasil, passou pelo Guarani e pela Ponte Preta. 

Hoje joga no time de base do Careca Sport Center (o time do brasileiro que foi escolhido por Maradona como o melhor jogador com quem o argentino atuou).  

Pretende fazer faculdade no Canadá, e está tentando uma bolsa de estudos em cinco instituições canadenses. Tem ainda um Plano B, caso a carreira não vingue: pretende fazer jornalismo e combater a onda de fake news. 

"Gostei muito da palestra. Foi uma inspiração pra gente. Tudo o que ele passou, a força que ele teve pra superar, dando volta por cima de cabeça erguida", afirmou a aluna de cursinho, Camila Aimy Bueno, que fazer faculdade de química.   

Amir passou slides e mostrou o antes e o depois da Síria com a guerra. Depois disso, respondeu perguntas dos professores Bruno, de história; Juliano Martoni, de filosofia; e Luis Felipe Valle, de geografia; e dos alunos da Oficina. 

No final, deixou uma mensagem para que os estudantes nunca esmoreçam diante dos obstáculos: "Não desistam do sonho de vocês. Lutem sempre. Se você passar frequentemente em frente a uma barbearia, uma hora ou outra, você acabará cortando o cabelo ".  

O evento gratuito foi aberto ao público. 


Por Raquel Valli
imprensa@oficinadoestudante.com.br

O refugiado sírio Amer F. Salha, de 17 anos, deu uma aula de superação, motivando os alunos do Curso e Colégio Oficina do Estudante no sábado, 7 de abril, na arena da escola.

O adolescente contou como está reconstruindo a vida, após deixar o país natal por causa da guerra civil que já dura 7 anos.


Filho de um petroleiro, morava em uma casa com 20 quartos, mas nada sobrou do edifício de três andares, hoje em ruínas.

Teve ainda a cidade onde nasceu destruída, assim como a perda de amigos mortos em bombardeios.   

Atualmente, vive em Campinas com o pai, a mãe e uma irmã mais nova.

A família batalhou muito para obter visto de permanência no Brasil. Os documentos foram obtidos na embaixada brasileira em Beirute (capital do Líbano, que é um país vizinho da Síria). 


O padrão vida caiu, e, hoje, os imigrantes lutam para sobreviver. A mãe é cozinheira, e faz doces sírios. 

Resiliência

Quanto às difuculdades, e tudo o que já enfrentou, cita a célebre frase de Nietzsch: "o que não me mata me fortalece". 

Amir é jogador de futebol, sonho que tinha desde criança. Jogou na seleção síria, e, no Brasil, passou pelo Guarani e pela Ponte Preta. 

Hoje joga no time de base do Careca Sport Center (o time do brasileiro que foi escolhido por Maradona como o melhor jogador com quem o argentino atuou).  

Pretende fazer faculdade no Canadá, e está tentando uma bolsa de estudos em cinco instituições canadenses. Tem ainda um Plano B, caso a carreira não vingue: pretende fazer jornalismo e combater a onda de fake news. 

"Gostei muito da palestra. Foi uma inspiração pra gente. Tudo o que ele passou, a força que ele teve pra superar, dando volta por cima de cabeça erguida", afirmou a aluna de cursinho, Camila Aimy Bueno, que fazer faculdade de química.   

Amir passou slides e mostrou o antes e o depois da Síria com a guerra. Depois disso, respondeu perguntas dos professores Bruno, de história; Juliano Martoni, de filosofia; e Luis Felipe Valle, de geografia; e dos alunos da Oficina. 

No final, deixou uma mensagem para que os estudantes nunca esmoreçam diante dos obstáculos: "Não desistam do sonho de vocês. Lutem sempre. Se você passar frequentemente em frente a uma barbearia, uma hora ou outra, você acabará cortando o cabelo ".  

O evento gratuito foi aberto ao público.