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Por que estudar Engenharia e como funciona a carreira

13 de Março de 2017

Se você pensa em estudar Engenharia, adora cálculos, mas nunca pensou em equilibrar essa aptidão com didática e comunicação, reveja seus conceitos. O perfil do engenheiro está mudando. Aqueles que pretendem criar e desenvolver projetos para a sociedade devem aliar seus conhecimentos técnicos com outras áreas de atuação, apostando em um aperfeiçoamento multidisciplinar.

A integração da engenharia com outras áreas de conhecimento é uma mudança fundamental na formação do engenheiro. Hoje, o mercado de trabalho exige profissionais altamente qualificados. Isso implica uma integração tanto das áreas de atuação, como de conhecimentos específicos.

Para se adaptar ao mercado de trabalho, o Engenheiro precisa desenvolver um novo perfil. Ele deve se tornar um profissional que atende as necessidades de um mercado globalizado ao mesmo tempo que trabalha aliado à sociedade para disseminar seu conhecimento. O engenheiro faz engenharia para pessoas, portanto, ele precisa saber se comunicar com essas pessoas e passar o seu conhecimento, a fim de que elas possam utilizar melhor sua criação, seu projeto.

A escolha da engenharia como profissão não deve ser pautada pela remuneração ou status que ela pode trazer. Existe mercado sim, para os bons profissionais. Não adianta fazer engenharia - ou outra profissão - baseado em questões superficiais.

O profissional da Engenharia que pretende atingir seus objetivos na idealização e construção de projetos precisa estar ciente e preparado para as dificuldades que surgirão ao longo do caminho. Nesse sentido, o candidato que avaliou realmente sua profissão dificilmente desiste de um curso ou de uma carreira.

Outro fator que tem determinado o perfil do novo engenheiro está ligado ao seu envolvimento com a sociedade. Além de aplicar os conhecimentos técnicos adquiridos ao longo de sua formação, o engenheiro tem um compromisso com a sociedade, pois ele é o responsável pela transformação da tecnologia pura em um produto que será utilizado por pessoas. Mesmo quando se trata de uma engenharia abstrata, como a de um software, existe a necessidade da integração de conhecimentos, para que o engenheiro consiga transmitir ao usuário de seu sistema os conhecimentos necessários para sua utilização.

ÁREAS DE DESTAQUE

É difícil dizer especificamente que uma área é mais promissora que a outra, pois o que pode estar “saturado” em São Paulo pode ser uma opção no interior do Mato Grosso. O profissional deve avaliar em que mercado pretende trabalhar e seguir seu caminho.

Além disso, o estado de mutação e turbulência em que a economia brasileira vive atualmente dificulta a previsão. Porém, existem áreas que o mercado brasileiro poderia explorar mais, como a engenharia de telecomunicações, principalmente pelo fato de que ela ainda é amplamente explorada no exterior.

Fonte: Universia.com.br

Se você pensa em estudar Engenharia, adora cálculos, mas nunca pensou em equilibrar essa aptidão com didática e comunicação, reveja seus conceitos. O perfil do engenheiro está mudando. Aqueles que pretendem criar e desenvolver projetos para a sociedade devem aliar seus conhecimentos técnicos com outras áreas de atuação, apostando em um aperfeiçoamento multidisciplinar.

A integração da engenharia com outras áreas de conhecimento é uma mudança fundamental na formação do engenheiro. Hoje, o mercado de trabalho exige profissionais altamente qualificados. Isso implica uma integração tanto das áreas de atuação, como de conhecimentos específicos.

Para se adaptar ao mercado de trabalho, o Engenheiro precisa desenvolver um novo perfil. Ele deve se tornar um profissional que atende as necessidades de um mercado globalizado ao mesmo tempo que trabalha aliado à sociedade para disseminar seu conhecimento. O engenheiro faz engenharia para pessoas, portanto, ele precisa saber se comunicar com essas pessoas e passar o seu conhecimento, a fim de que elas possam utilizar melhor sua criação, seu projeto.

A escolha da engenharia como profissão não deve ser pautada pela remuneração ou status que ela pode trazer. Existe mercado sim, para os bons profissionais. Não adianta fazer engenharia - ou outra profissão - baseado em questões superficiais.

O profissional da Engenharia que pretende atingir seus objetivos na idealização e construção de projetos precisa estar ciente e preparado para as dificuldades que surgirão ao longo do caminho. Nesse sentido, o candidato que avaliou realmente sua profissão dificilmente desiste de um curso ou de uma carreira.

Outro fator que tem determinado o perfil do novo engenheiro está ligado ao seu envolvimento com a sociedade. Além de aplicar os conhecimentos técnicos adquiridos ao longo de sua formação, o engenheiro tem um compromisso com a sociedade, pois ele é o responsável pela transformação da tecnologia pura em um produto que será utilizado por pessoas. Mesmo quando se trata de uma engenharia abstrata, como a de um software, existe a necessidade da integração de conhecimentos, para que o engenheiro consiga transmitir ao usuário de seu sistema os conhecimentos necessários para sua utilização.

ÁREAS DE DESTAQUE

É difícil dizer especificamente que uma área é mais promissora que a outra, pois o que pode estar “saturado” em São Paulo pode ser uma opção no interior do Mato Grosso. O profissional deve avaliar em que mercado pretende trabalhar e seguir seu caminho.

Além disso, o estado de mutação e turbulência em que a economia brasileira vive atualmente dificulta a previsão. Porém, existem áreas que o mercado brasileiro poderia explorar mais, como a engenharia de telecomunicações, principalmente pelo fato de que ela ainda é amplamente explorada no exterior.

Fonte: Universia.com.br