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Prova do Enem manteve nível tradicional, avalia professor

06 de Novembro de 2017

Guia do Estudante

A prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste domingo (5), primeiro dia da aplicação de 2017, manteve o nível já observado nos últimos anos: textos longos, nível de dificuldade mediano e questões bastante contextualizadas.

Estilo das questões

“Na prova de Ciências Humanas, tivemos questões específicas sobre direitos humanos, direitos do homem e cidadão, direito dos indígenas, participação política. Em linguagens, uma valorização de diversidade linguística e cultural”, diz Célio Tasinafo, diretor pedagógico do Cursinho Oficina do Estudante.

Para o professor Bellinello, uma questão polêmica foi a 79 da prova azul, que articulava conceitos sobre o legislador grego Sólon e a Lei das Doze Tábuas, e tinha duas alternativas que poderiam ser consideradas corretas pelos estudantes.

Segundo Amanda Manfrim, professora de linguagens do COC, o diferencial foi na elaboração dos enunciados. “Foram melhores este ano, bem escritos e mais complexos. O estudante precisava estar atento. Somente em uma minoria de questões os textos de apoio não foram tão necessários.”

“O aluno que tem costume de se informar sobre assuntos atuais se deu bem, fez melhor a prova”, afirma o professor de geografia Nilson Ferreira, do COC. “Para o aluno não muito atualizado, o nível de dificuldade foi mais alto. E a prova no geral foi bastante interdisciplinar.”

Redação

A maior surpresa da prova continua sendo a prova de redação. “O tema foi surpreendente no sentido de ter recortado a questão de inclusão especificamente para os surdos. Por outro lado, não foi tão surpreendente porque é um tema relacionado à cidadania, comum no Enem”, fala Célio Tasinafo.

“O que chamou a atenção foi a valorização da prova sobre uma cidadania inclusiva. Em outros anos, o foco não era tanto esse”, completa o diretor.

Guia do Estudante

A prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste domingo (5), primeiro dia da aplicação de 2017, manteve o nível já observado nos últimos anos: textos longos, nível de dificuldade mediano e questões bastante contextualizadas.

Estilo das questões

“Na prova de Ciências Humanas, tivemos questões específicas sobre direitos humanos, direitos do homem e cidadão, direito dos indígenas, participação política. Em linguagens, uma valorização de diversidade linguística e cultural”, diz Célio Tasinafo, diretor pedagógico do Cursinho Oficina do Estudante.

Para o professor Bellinello, uma questão polêmica foi a 79 da prova azul, que articulava conceitos sobre o legislador grego Sólon e a Lei das Doze Tábuas, e tinha duas alternativas que poderiam ser consideradas corretas pelos estudantes.

Segundo Amanda Manfrim, professora de linguagens do COC, o diferencial foi na elaboração dos enunciados. “Foram melhores este ano, bem escritos e mais complexos. O estudante precisava estar atento. Somente em uma minoria de questões os textos de apoio não foram tão necessários.”

“O aluno que tem costume de se informar sobre assuntos atuais se deu bem, fez melhor a prova”, afirma o professor de geografia Nilson Ferreira, do COC. “Para o aluno não muito atualizado, o nível de dificuldade foi mais alto. E a prova no geral foi bastante interdisciplinar.”

Redação

A maior surpresa da prova continua sendo a prova de redação. “O tema foi surpreendente no sentido de ter recortado a questão de inclusão especificamente para os surdos. Por outro lado, não foi tão surpreendente porque é um tema relacionado à cidadania, comum no Enem”, fala Célio Tasinafo.

“O que chamou a atenção foi a valorização da prova sobre uma cidadania inclusiva. Em outros anos, o foco não era tanto esse”, completa o diretor.