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Tasinafo analisa Enem 2017 a pedido do Guia do Estudante

29 de Novembro de 2017

Célio Tasinafo, coordenador pedagógico do Cursinho Oficina do Estudante (Campinas, SP), falou ao Guia do Estudante sobre as mudanças ocorridas no Enem 2017. “Considero muito positivas a mudança na ordem das provas e a realização do exame em dois domingos (ao invés de sábado e domingo). O aluno não chega mais ao segundo dia cansado física e mentalmente e trabalha áreas do conhecimento afins em cada dia de prova. O modelo antigo, com Linguagens, Redação e Matemática, era muito mais cansativo – ainda mais porque aquela prova era realizada no domingo, após a avaliação de Ciências humanas e Ciências da natureza realizada no sábado. A reclamação do tempo para a realização das provas do Enem é histórica. Se observarmos os anos anteriores, muitos estudantes também reclamavam, por exemplo, das 45 questões de Linguagens (sempre com textos bem longos) junto com as 45 questões de Matemática e ainda a Redação.”

Em minha opinião, pela característica da prova (contextualização das questões, grande número de gráficos, tabelas etc), não é o ordenamento das questões que causa dificuldade aos estudantes, mas a falta de experiência dos mesmos com provas longas e exigentes. Para superar essa dificuldade, os estudantes que farão o Enem nos próximos anos devem focar na resolução das provas anteriores considerando o tempo médio que terão no dia do exame para responder à cada questão (3 min)”, resume Tasinafo.

Célio Tasinafo, coordenador pedagógico do Cursinho Oficina do Estudante (Campinas, SP), falou ao Guia do Estudante sobre as mudanças ocorridas no Enem 2017. “Considero muito positivas a mudança na ordem das provas e a realização do exame em dois domingos (ao invés de sábado e domingo). O aluno não chega mais ao segundo dia cansado física e mentalmente e trabalha áreas do conhecimento afins em cada dia de prova. O modelo antigo, com Linguagens, Redação e Matemática, era muito mais cansativo – ainda mais porque aquela prova era realizada no domingo, após a avaliação de Ciências humanas e Ciências da natureza realizada no sábado. A reclamação do tempo para a realização das provas do Enem é histórica. Se observarmos os anos anteriores, muitos estudantes também reclamavam, por exemplo, das 45 questões de Linguagens (sempre com textos bem longos) junto com as 45 questões de Matemática e ainda a Redação.”

Em minha opinião, pela característica da prova (contextualização das questões, grande número de gráficos, tabelas etc), não é o ordenamento das questões que causa dificuldade aos estudantes, mas a falta de experiência dos mesmos com provas longas e exigentes. Para superar essa dificuldade, os estudantes que farão o Enem nos próximos anos devem focar na resolução das provas anteriores considerando o tempo médio que terão no dia do exame para responder à cada questão (3 min)”, resume Tasinafo.