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Orientação Vocacional

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ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL: UMA CONVERSA COM PAIS E RESPONSÁVEIS

21 de Junho de 2011

O foco dado nos artigos que escrevo para a “Oficina do Estudante” é direcionado aos estudantes, tentando alertá-los e, de certa forma, orientá-los a se prepararem para esse momento de escolha no início da carreira profissional.
Estimulo os jovens a conversarem com seus pais, responsáveis e orientadores no sentido de ter alguém para trocar impressões e dúvidas, como também as certezas, quanto ao caminho a seguir com as pessoas que os conhecem.
Todavia, tenho me deparado com uma realidade que precisa ser alertada, explanada e discutida.
Estamos vivendo em um momento muito especial no Brasil. Faz mais de 30 anos que não vivemos com a explosão de oportunidades que se apresentam nas mais diferentes áreas. Há perspectiva para os próximos cinco (5) anos de mais de oito (8) milhões de vagas nas mais diferentes áreas, como: saúde, educação, engenharia e por aí vai.
As perspectivas não poderiam ser melhores e, muitos pais dos jovens que estão se preparando para o vestibular agora, não devem ter vivenciado um momento como esse.
Dito isto, tenho percebido, escutado e observado que, muitos pais, por desconhecimento ou mesmo por não terem tempo, não estão investindo um tempo a mais para conversar com seus filhos sobre a escolha profissional.
Os números de cursos disponíveis no Brasil passam de 200 e, entendo como necessário e importante, os pais, os responsáveis e os orientadores terem conhecimento sobre isso e que procurem estimular seus filhos para pesquisarem mais sobre esse tema.
Na minha prática tenho percebido um direcionamento não só dos pais, mas da mídia e da sociedade, para que os estudantes se direcionem para as profissões com maior projeção. Sejam elas econômicas e de status social, que possam ser exercidas em grandes centros, bem como, estimulando os jovens para se formarem em áreas que lhes permitam conduzir os negócios da família mais tarde.
Nenhumas das alternativas acima mencionadas em hipótese alguma possam e devam ser desconsideradas. Todavia, não posso deixar de observar a dúvida e insatisfação dos jovens quanto às escolhas efetuadas pela pressão e pelo êxodo dos cursos nas universidades em todo o Brasil.
O momento, como disse, é de grandes oportunidades. No entanto, se os jovens não forem direcionados podemos não ter o contingente necessário para ocupar as vagas e liderar negócios como empreendedores para os próximos anos.
O momento é de cuidado e de planejamento, e o foco deve ser os jovens e suas escolhas, pois podem e influenciarão o Brasil de amanhã.
Estamos à disposição para conversar com os pais e responsáveis sobre esse tema que tem muita importância no momento, tanto dos jovens como do próprio Brasil.
Se você chegou até o final deste artigo espero que a tônica do mesmo tenha feito sentido para você e que você possa ser um facilitador, orientador e apoiador dos jovens que o cercam.
Neste momento de escolha de que caminho seguir é importante que o jovem comece a identificar alguns pontos que podem fazer a diferença na escolha profissional. Seguem algumas perguntas que podem e devem ser feitas aos mesmos:
- Quais habilidades esses jovens têm?
- No que ele é bom?
- Quais os planos dele para o futuro? Onde ele quer empregar o tempo dele?
- O que ele gosta?
- O que ele não gosta?
Perguntas como essas exigem respostas que podem direcionar a algumas escolhas, mas que precisam ser feitas e refletidas, seja no ambiente familiar ou mesmo fora dele.
É importante frisar que as famílias que dedicam um tempo com esses jovens têm permitido uma maior adaptação a esta realidade que o cerca nesta faixa de idade, o que sugere também uma maior adaptação nos planos de carreira.
Faço parte de uma associação que tem como foco orientar estudantes e a sociedade para esse novo momento do Brasil e, se pudermos ajudar mais, por favor, entrem em contato.
Boa jornada para todos!

Daniela Leluddak é orientadora de carreira, palestrante e coach. Atua no mercado nacional e internacional e tem como foco na carreira profissional o desenvolvimento de pessoas. É presidente da Caddan Brasil, uma associação civil de interesse público, especializada na Orientação de Carreira. Para contato: daniela@caddan.org.br /www.caddanbrasil.org.br


O foco dado nos artigos que escrevo para a “Oficina do Estudante” é direcionado aos estudantes, tentando alertá-los e, de certa forma, orientá-los a se prepararem para esse momento de escolha no início da carreira profissional.
Estimulo os jovens a conversarem com seus pais, responsáveis e orientadores no sentido de ter alguém para trocar impressões e dúvidas, como também as certezas, quanto ao caminho a seguir com as pessoas que os conhecem.
Todavia, tenho me deparado com uma realidade que precisa ser alertada, explanada e discutida.
Estamos vivendo em um momento muito especial no Brasil. Faz mais de 30 anos que não vivemos com a explosão de oportunidades que se apresentam nas mais diferentes áreas. Há perspectiva para os próximos cinco (5) anos de mais de oito (8) milhões de vagas nas mais diferentes áreas, como: saúde, educação, engenharia e por aí vai.
As perspectivas não poderiam ser melhores e, muitos pais dos jovens que estão se preparando para o vestibular agora, não devem ter vivenciado um momento como esse.
Dito isto, tenho percebido, escutado e observado que, muitos pais, por desconhecimento ou mesmo por não terem tempo, não estão investindo um tempo a mais para conversar com seus filhos sobre a escolha profissional.
Os números de cursos disponíveis no Brasil passam de 200 e, entendo como necessário e importante, os pais, os responsáveis e os orientadores terem conhecimento sobre isso e que procurem estimular seus filhos para pesquisarem mais sobre esse tema.
Na minha prática tenho percebido um direcionamento não só dos pais, mas da mídia e da sociedade, para que os estudantes se direcionem para as profissões com maior projeção. Sejam elas econômicas e de status social, que possam ser exercidas em grandes centros, bem como, estimulando os jovens para se formarem em áreas que lhes permitam conduzir os negócios da família mais tarde.
Nenhumas das alternativas acima mencionadas em hipótese alguma possam e devam ser desconsideradas. Todavia, não posso deixar de observar a dúvida e insatisfação dos jovens quanto às escolhas efetuadas pela pressão e pelo êxodo dos cursos nas universidades em todo o Brasil.
O momento, como disse, é de grandes oportunidades. No entanto, se os jovens não forem direcionados podemos não ter o contingente necessário para ocupar as vagas e liderar negócios como empreendedores para os próximos anos.
O momento é de cuidado e de planejamento, e o foco deve ser os jovens e suas escolhas, pois podem e influenciarão o Brasil de amanhã.
Estamos à disposição para conversar com os pais e responsáveis sobre esse tema que tem muita importância no momento, tanto dos jovens como do próprio Brasil.
Se você chegou até o final deste artigo espero que a tônica do mesmo tenha feito sentido para você e que você possa ser um facilitador, orientador e apoiador dos jovens que o cercam.
Neste momento de escolha de que caminho seguir é importante que o jovem comece a identificar alguns pontos que podem fazer a diferença na escolha profissional. Seguem algumas perguntas que podem e devem ser feitas aos mesmos:
- Quais habilidades esses jovens têm?
- No que ele é bom?
- Quais os planos dele para o futuro? Onde ele quer empregar o tempo dele?
- O que ele gosta?
- O que ele não gosta?
Perguntas como essas exigem respostas que podem direcionar a algumas escolhas, mas que precisam ser feitas e refletidas, seja no ambiente familiar ou mesmo fora dele.
É importante frisar que as famílias que dedicam um tempo com esses jovens têm permitido uma maior adaptação a esta realidade que o cerca nesta faixa de idade, o que sugere também uma maior adaptação nos planos de carreira.
Faço parte de uma associação que tem como foco orientar estudantes e a sociedade para esse novo momento do Brasil e, se pudermos ajudar mais, por favor, entrem em contato.
Boa jornada para todos!

Daniela Leluddak é orientadora de carreira, palestrante e coach. Atua no mercado nacional e internacional e tem como foco na carreira profissional o desenvolvimento de pessoas. É presidente da Caddan Brasil, uma associação civil de interesse público, especializada na Orientação de Carreira. Para contato: daniela@caddan.org.br /www.caddanbrasil.org.br

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