Orientação Vocacional

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Influência dos pais na escolha profissional dos filhos

22 de Julho de 2013

Alguns pais dizem que são neutros e não exercem a menor influência sobre os seus filhos. O que eles esperam dos filhos? Nada? Isso nem sempre é expresso diretamente em palavras.
Há pais que dizem não querer interferir na escolha dos filhos, até eles aparecerem com uma proposta muito diferente das suas expectativas. Aí começa aquela conversa que todos conhecemos: “Meu filho, a mamãe e o papai não queremos te influencia-lo, mas o que você acha dessa profissão, não é...” Os pais realmente desejam o melhor para seus filhos. É que nem sempre seus desejos coincidem.

Quando se é bebê, os pais decidem tudo pelos filhos, o nome, as roupas, a alimentação. Depois , é bonito ver os filhos crescerem e tomarem atitudes independentes, mas isso muitas vezes assusta e incomoda aqueles pais que gostariam de manter controle absoluto sobre a vida do filho. De qualquer forma, quando, no meio desse processo de independência, mesmo que já adulto, o filho demosntra alguma indecisão, numa tentativa de verdadeira ajuda, os pais não receiam em plantar, neste fértil terreno da dúvida, uma sementinha dos seus anseios.

Embora ocorram os conflitos de gerações, típicos da adolescência, os valores ensinados na família continuam sendo fundamnentais. Quando transmitidos com coerência e com consitência exercem influÇencia bem mais forte sobre os jovens do que os valores transmitidos nos grupos. O grupo familiar realmente é um importante ponto de referência num momento de escolha.

Estudos apontam que os pais exercem razoável influência sobre a escolha profissional dos filhos. Muitas vezes não demostram, mas valorizam bastante a opinião dos pais e sentem-se chateados quando percebem que sua escolha não está de acordo com as expectativas deles. Muitas vezes os pais acham que os filhos não prestam atenção ao que dizem ou ao seus desejos, mas ao contrário, eles estão bastante atentos aos sinais que os pais dão de rejeição ou aceitação, pois estão interessados em corresponder as expectativas dos mesmos.

Pode parecer que não, mas gera-se um alto nível de ansiedade nos filhos quando ao fazer sua escolha profissional, eles percebem que os pais não a aprovam. Eles temem deixar de ser gostados, apoiados e aceitos. Rosane Levenfus relata que o desejo dos pais muitas vezes exerce grande peso na decisão do filho e isso ocorre de diferentes formas.

Alguns filhos não conseguem discriminar o que é desejo seu e o que é dos pais
Alguns acham que se escolhem uma coisa que é do gosto dos pais é porque foram influenciados e passam a rejeitar sua próprias escolhas
Outros resolvem fazer qualquer coisa, menos o que os pais gostariam.
Alguns, pelo contrário, ficam chateados por gostarem de algo diferente dos pais, com medo de magoa-los ou de perder seu amor
Há ainda aqueles que ficam tentados a seguir carreira que os pais lhe propõem, atrás de promessas de que serão ajudados a enfrentar o mercado de trabalho

Qualquer um destes fatores gera ansiedade e aumenta a confusão na hora de escolher a profissão. Os pais querem proteger os filhos de frustrações e dificuldades. Há pais que para ascender em sua carreira profissional, tiveram dificuldades e não querem que o filho passe pelo mesmo. Existe também aqueles que por não gostarem da própria escolha, não querem que o mesmo aconteça com os filhos.

No entanto, esquecem que eles tem gosto próprio, ou que já não são tão pequeninos e saberão lidar com as dificuldades da vida. Afinal de contas, os pais souberam lidar com os problemas e aprenderam muito. Por quê não deixar os filhos também crescerem e aprenderem com a própria experiência?

O que de melhor podem fazer os pais? Apesar da neutralidade ser algo difícil porque os pais acabam “transpirando” seus desejos, seria bom poder conversar e esclarecer, de forma neutra, a respeito das profissões, vantagens e desvantagens de cada uma. Mostrar a realidade, as dificuldades, discutir com os jovens uma proposta que tenha recebido, ouvir opiniões e pedir que ajudem nas decisões também são formas importantes de faze-los crescer e amadurecer.

É importante lembrar que chegou a vez deles decidirem, pois eles é que irão exercer a profissão escolhida.


Alguns pais dizem que são neutros e não exercem a menor influência sobre os seus filhos. O que eles esperam dos filhos? Nada? Isso nem sempre é expresso diretamente em palavras.
Há pais que dizem não querer interferir na escolha dos filhos, até eles aparecerem com uma proposta muito diferente das suas expectativas. Aí começa aquela conversa que todos conhecemos: “Meu filho, a mamãe e o papai não queremos te influencia-lo, mas o que você acha dessa profissão, não é...” Os pais realmente desejam o melhor para seus filhos. É que nem sempre seus desejos coincidem.

Quando se é bebê, os pais decidem tudo pelos filhos, o nome, as roupas, a alimentação. Depois , é bonito ver os filhos crescerem e tomarem atitudes independentes, mas isso muitas vezes assusta e incomoda aqueles pais que gostariam de manter controle absoluto sobre a vida do filho. De qualquer forma, quando, no meio desse processo de independência, mesmo que já adulto, o filho demosntra alguma indecisão, numa tentativa de verdadeira ajuda, os pais não receiam em plantar, neste fértil terreno da dúvida, uma sementinha dos seus anseios.

Embora ocorram os conflitos de gerações, típicos da adolescência, os valores ensinados na família continuam sendo fundamnentais. Quando transmitidos com coerência e com consitência exercem influÇencia bem mais forte sobre os jovens do que os valores transmitidos nos grupos. O grupo familiar realmente é um importante ponto de referência num momento de escolha.


Estudos apontam que os pais exercem razoável influência sobre a escolha profissional dos filhos. Muitas vezes não demostram, mas valorizam bastante a opinião dos pais e sentem-se chateados quando percebem que sua escolha não está de acordo com as expectativas deles. Muitas vezes os pais acham que os filhos não prestam atenção ao que dizem ou ao seus desejos, mas ao contrário, eles estão bastante atentos aos sinais que os pais dão de rejeição ou aceitação, pois estão interessados em corresponder as expectativas dos mesmos.

Pode parecer que não, mas gera-se um alto nível de ansiedade nos filhos quando ao fazer sua escolha profissional, eles percebem que os pais não a aprovam. Eles temem deixar de ser gostados, apoiados e aceitos. Rosane Levenfus relata que o desejo dos pais muitas vezes exerce grande peso na decisão do filho e isso ocorre de diferentes formas.

Alguns filhos não conseguem discriminar o que é desejo seu e o que é dos pais
Alguns acham que se escolhem uma coisa que é do gosto dos pais é porque foram influenciados e passam a rejeitar sua próprias escolhas
Outros resolvem fazer qualquer coisa, menos o que os pais gostariam.
Alguns, pelo contrário, ficam chateados por gostarem de algo diferente dos pais, com medo de magoa-los ou de perder seu amor
Há ainda aqueles que ficam tentados a seguir carreira que os pais lhe propõem, atrás de promessas de que serão ajudados a enfrentar o mercado de trabalho


Qualquer um destes fatores gera ansiedade e aumenta a confusão na hora de escolher a profissão. Os pais querem proteger os filhos de frustrações e dificuldades. Há pais que para ascender em sua carreira profissional, tiveram dificuldades e não querem que o filho passe pelo mesmo. Existe também aqueles que por não gostarem da própria escolha, não querem que o mesmo aconteça com os filhos.

No entanto, esquecem que eles tem gosto próprio, ou que já não são tão pequeninos e saberão lidar com as dificuldades da vida. Afinal de contas, os pais souberam lidar com os problemas e aprenderam muito. Por quê não deixar os filhos também crescerem e aprenderem com a própria experiência?

O que de melhor podem fazer os pais? Apesar da neutralidade ser algo difícil porque os pais acabam “transpirando” seus desejos, seria bom poder conversar e esclarecer, de forma neutra, a respeito das profissões, vantagens e desvantagens de cada uma. Mostrar a realidade, as dificuldades, discutir com os jovens uma proposta que tenha recebido, ouvir opiniões e pedir que ajudem nas decisões também são formas importantes de faze-los crescer e amadurecer.

É importante lembrar que chegou a vez deles decidirem, pois eles é que irão exercer a profissão escolhida.