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Especialistas mostram que a auto-estima faz a diferença

07 de Outubro de 2013

Quando o velejador Lars Grael, de 36 anos, medalhista brasileiro em dua Olimpíadas teve a perna direita decepada num acidente em setembro de 1998, todos davam sua carreira como encerrada. Sete mses depois, voltou às regatas, usando uma prótese. “Minhas limitaçõs hoje são muito maiores, mas a garra e a vontade de vencer são mais fortes do que elas”, disse Grael.

O administrador de empresas José Augusto Minarelli, de São Paulo, enfrentou um desastre de outro tipo. Em 1979, ao voltar de férias, foi demitido do alto cargo que exercia numa firma importante. Ficou três anos desempregado. Chegou a quebrar o cofrinho do filho para pagar os trajetos de ônibus. Hoje aos 55 anos, Minarelli tem uma empresa especializada em conseguir trabalhos exercutivos, com clientes no país inteiro. “De desempregado eu entendo”, sorri.


Há um ponto em comum entre esses dois sobreviventes. Ambos possuem uma generosa reserva de auto-estima. Na hora do naufrágio, eles se agarraram a uma certeza firmemente acnorada no fundo de si mesmos: “Não importa o que aconteça, eu sou muito valioso para mim”. É essa a ideia que faz a diferença entre o sujetio que vai à luta para se reerguer e o que se entrega o desânimo ou ao excesso de álcool, tornando ainda pior a situação. “De todos os julgamentos, o mais importante é o que fazemos sobre nós mesmos”, ensina o psicólogo americano Nathaniel Branden, que há 25 anos se dedica ao toma da auto-estima.

Segundo ele, quase todos os problemas psicológicos – da ansiedade – à auto-sabotagem no trabalho e amor, do medo da intimidade à escravidão das drogas – têm sua raiz no amor insuficiente do indivíduo por ele mesmo. A auto-estima influencia tudo o que você faz, desde os atos mais banais, como barganhar o preço do tomate com o feirante, até a opção entre permanecer num emprego seguro, mas sem perspectivas ou montar seu próprio negócio. Quem se ama deseja – e sabe que merece – o melhor para si.

Não se trata só de ser feliz. Para muita gente, a auto-estima é uma questão de sobrevivência, diante de um mercado de trabalho que exige dos profissionais não apenas competência técnica, mas iniciativa e coragem de correr riscos. Uma prova da atualidade do assunto é o sucesso do livre lançado em 1999 na França pelos psiquiatras Christophe André e François Lelord. O livro (A auto-estima – amar a si mesmo para conviver melhor com os outros) está há dez meses na lista dos mais vendidos. “O livro toca, ao mesmo tempo, algo de muito ínimo e muito universal”, disse André.


Quando o velejador Lars Grael, de 36 anos, medalhista brasileiro em dua Olimpíadas teve a perna direita decepada num acidente em setembro de 1998, todos davam sua carreira como encerrada. Sete mses depois, voltou às regatas, usando uma prótese. “Minhas limitaçõs hoje são muito maiores, mas a garra e a vontade de vencer são mais fortes do que elas”, disse Grael.

O administrador de empresas José Augusto Minarelli, de São Paulo, enfrentou um desastre de outro tipo. Em 1979, ao voltar de férias, foi demitido do alto cargo que exercia numa firma importante. Ficou três anos desempregado. Chegou a quebrar o cofrinho do filho para pagar os trajetos de ônibus. Hoje aos 55 anos, Minarelli tem uma empresa especializada em conseguir trabalhos exercutivos, com clientes no país inteiro. “De desempregado eu entendo”, sorri.



Há um ponto em comum entre esses dois sobreviventes. Ambos possuem uma generosa reserva de auto-estima. Na hora do naufrágio, eles se agarraram a uma certeza firmemente acnorada no fundo de si mesmos: “Não importa o que aconteça, eu sou muito valioso para mim”. É essa a ideia que faz a diferença entre o sujetio que vai à luta para se reerguer e o que se entrega o desânimo ou ao excesso de álcool, tornando ainda pior a situação. “De todos os julgamentos, o mais importante é o que fazemos sobre nós mesmos”, ensina o psicólogo americano Nathaniel Branden, que há 25 anos se dedica ao toma da auto-estima.

Segundo ele, quase todos os problemas psicológicos – da ansiedade – à auto-sabotagem no trabalho e amor, do medo da intimidade à escravidão das drogas – têm sua raiz no amor insuficiente do indivíduo por ele mesmo. A auto-estima influencia tudo o que você faz, desde os atos mais banais, como barganhar o preço do tomate com o feirante, até a opção entre permanecer num emprego seguro, mas sem perspectivas ou montar seu próprio negócio. Quem se ama deseja – e sabe que merece – o melhor para si.


Não se trata só de ser feliz. Para muita gente, a auto-estima é uma questão de sobrevivência, diante de um mercado de trabalho que exige dos profissionais não apenas competência técnica, mas iniciativa e coragem de correr riscos. Uma prova da atualidade do assunto é o sucesso do livre lançado em 1999 na França pelos psiquiatras Christophe André e François Lelord. O livro (A auto-estima – amar a si mesmo para conviver melhor com os outros) está há dez meses na lista dos mais vendidos. “O livro toca, ao mesmo tempo, algo de muito ínimo e muito universal”, disse André.

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