Tira Dúvidas

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Aurora Polar

27 de Julho de 2011

A Aurora Boreal, nome batizado por Galileu Galilei em 1619 (em referência à deusa romana Aurora, que representa o amanhecer, e ao seu filho Bóreas, que representa os ventos do norte), é um fenômeno óptico que pode ser observado nos céus noturnos em latitudes do hemisfério norte próximas a zona polar. Em latitudes do hemisfério sul próximas ao pólo sul o fenômeno é conhecido como Aurora Austral, (nome batizado por James Cook, em referência direta ao fato de estar no sul). Para a nossa explicação, vamos chamar esse fenômeno de Aurora Polar, o que inclui tanto a Aurora Boreal quanto a Aurora Austral.

O Sol emite em todas as direções o Vento Solar, um plasma rarefeito que se origina de sua Coroa Solar, constituído de partículas eletricamente carregadas (elétrons livres e íons) com grande quantidade de energia. O Vento Solar ao atingir a atmosfera terrestre provoca inúmeras colisões entre as partículas do plasma e, principalmente, os átomos de oxigênio e de nitrogênio. Parte da energia da colisão das partículas do vento solar é transferida para o átomo atingido que sofre excitação eletrônica ou ionização. A excitação leva o átomo a estados instáveis, e ao se estabilizar novamente, o átomo emite energia na forma de luz em freqüência bem especifica. Por isso que temos Auroras Polares de vermelhas a verdes.
Mas por que as Auroras Polares acontecem em latitudes elevadas? Porque existe uma região no espaço ao redor da Terra chamada Magnetosfera, região aonde se estende o campo magnético planetário, e a Magnetosfera desvia as partículas do Vento Solar para as regiões polares, o que provoca nessas regiões esse espetáculo luminoso.

Ah, e as Auroras não são exclusividade da Terra, sendo observadas também em Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. E também não são necessariamente naturais, podendo ser provocadas artificialmente por explosões nucleares, mas nesse último caso é bom não acontecerem mais, né?

Resposta: Prof°. Anderson Dino

www.oficinadoestudante.com.br



A Aurora Boreal, nome batizado por Galileu Galilei em 1619 (em referência à deusa romana Aurora, que representa o amanhecer, e ao seu filho Bóreas, que representa os ventos do norte), é um fenômeno óptico que pode ser observado nos céus noturnos em latitudes do hemisfério norte próximas a zona polar. Em latitudes do hemisfério sul próximas ao pólo sul o fenômeno é conhecido como Aurora Austral, (nome batizado por James Cook, em referência direta ao fato de estar no sul). Para a nossa explicação, vamos chamar esse fenômeno de Aurora Polar, o que inclui tanto a Aurora Boreal quanto a Aurora Austral.


O Sol emite em todas as direções o Vento Solar, um plasma rarefeito que se origina de sua Coroa Solar, constituído de partículas eletricamente carregadas (elétrons livres e íons) com grande quantidade de energia. O Vento Solar ao atingir a atmosfera terrestre provoca inúmeras colisões entre as partículas do plasma e, principalmente, os átomos de oxigênio e de nitrogênio. Parte da energia da colisão das partículas do vento solar é transferida para o átomo atingido que sofre excitação eletrônica ou ionização. A excitação leva o átomo a estados instáveis, e ao se estabilizar novamente, o átomo emite energia na forma de luz em freqüência bem especifica. Por isso que temos Auroras Polares de vermelhas a verdes.
Mas por que as Auroras Polares acontecem em latitudes elevadas? Porque existe uma região no espaço ao redor da Terra chamada Magnetosfera, região aonde se estende o campo magnético planetário, e a Magnetosfera desvia as partículas do Vento Solar para as regiões polares, o que provoca nessas regiões esse espetáculo luminoso.


Ah, e as Auroras não são exclusividade da Terra, sendo observadas também em Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. E também não são necessariamente naturais, podendo ser provocadas artificialmente por explosões nucleares, mas nesse último caso é bom não acontecerem mais, né?

Resposta: Prof°. Anderson Dino

www.oficinadoestudante.com.br